Dia de Finados lembra que o amor constrói a eternidade

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Urna com nomes dos falecidos

A celebração do Dia de Finados na Paróquia Santo Antônio do Partenon foi marcada pelos sentimentos de lembranças e saudade. Na procissão de entrada foi levada até o altar uma urna com o nome de centenas de pessoas falecidas, que os fiéis depositaram nos últimos dias. Um momento de reverência aos falecidos foi realizado o início da Santa Missa.

O Pároco, Frei Luiz Turra, lembrou que no dia 2 de novembro acontece uma das maiores mobilizações da humanidade para recordar aqueles que partiram para a eternidade. "Sentimentos e pensamentos convergem  para uma realidade inevitável. Nenhum ser humano pode dizer-se isento da realidade da morte. Ela é um acontecimento diário".

Turra lembrou a expressão de São Paulo: cada dia morremos um pouco. "Nossa vida anda de mãos dadas com a morte. Ela não é uma estranha. Nos acompanha no silêncio do coração". Ele acrescentou que as pessoas têm seus limites, por isso, é necessário entender que só há uma realidade que torna a vida eterna: o amor em que nós investimos, com as obras de misericórdia. Segundo Turra, todos seremos julgados pelo amor. "A morte não deve atormentar, porque ela aponta para a eternidade. A saudade é um sinal de alerta para a esperança, porque os que passaram por nós estão vivos. Em Cristo, a morte mudou de nome, tornou-se ressurreição e vida".

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Urna foi levada até o altar durante a celebração

 
  
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